[UP!!!!!] Novo endereço e contatos!

Caros leitores,

Agora você pode acessar o PlusAviation através do link: http://www.plusaviation.com.br

Porém, digitando o link atual (www.plusaviation.wordpress.com) você continua acessando normalmente o Portal PlusAviation!!

Ultimamente temos recebido vários e-mails com dúvidas, sugestões, criticas, etc. Porém a visualização deles foi afetada por alguns fatores. Por este motivo, agora você pode entrar em contato diretamente com os editores do PlusAviation, facilitando e otimizando o contato.

João Vítor Balduino – balduino@plusaviation.com.br

Araújo – araujo@plusaviation.com.br

Um abraço,

Os editores.

Cenários e Fatos – A formação de aviadores no País.

Caros Leitores,

Aos que acompanham os mais variados veículos de comunicação (G1, UOL, Folha de SP, Telejornais), é notável que a quantidade de matérias relativas a aviação tem aumentado de maneira espantosa. Com certeza, é um ótimo assunto para ser abordado, ainda mais agora, um momento especial para nossa aviação que está vivendo um momento de subida acentuada, com mais gente viajando, mais aeronaves e mais destinos servidos. Mas, e quando o assunto tratado por estes veículos é a falta de pilotos? A falta de pilotos na aviação Brasileira é um tema real ou apenas jogada de marketing? E a formação de pilotos no país, como anda? Vamos entender um pouco mais disso a partir de agora.

Por João Vítor Balduino

Aeroclubes lotados. Dificuldade de marcar horas de vôo. Faculdades disputadíssimas. Estes são alguns dos inúmeros fatores enfrentados por jovens e adultos que desejam seguir carreira na aviação hoje em dia. A falta de pilotos é um dos temas que mais entram nas rodas de discussões em fóruns de aviação, em rodas de aeroclube, na mesa redonda da faculdade. Mas isso é real? Por enquanto, sim. As companhias aéreas brasileiras, bem como o mercado da aviação executiva, tem crescido muito no nosso país nos últimos anos. Isso é reflexo das facilidades atuais para quem quer tomar um avião e viajar. Facilidades de pagamento, vôos diretos, preços baixos, novos modelos e estilos de companhias aéreas tem surgido. Para transportar esse montante de gente que quer viajar, são necessárias aeronaves. E, para que essas aeronaves voem, além do trabalho de solo, abastecimento e outros “N” fatores, são necessárias peças-chaves para isto tudo: Os pilotos. Afinal, são eles que vão operar os aviões.

 

São eles que operam essas belas aves que cruzam nossos céus: Os pilotos. Sem eles, a aviação não decolaria, literalmente.

Em Ribeirão Preto, na escola de aviação Aces-High, o curso de piloto privado de aeronaves é um dos mais disputados do negócio, administrado por uma equipe de renomados profissionais da aviação, entre eles, comandantes de grandes companhias aéreas nacionais. Segundo Eugênio Rocha, piloto e um dos professores da escola, a Aces High começou há cerca de 1 ano e meio com apenas 8 alunos, e, atualmente, está com um espantoso e satisfatório número de alunos: 105. Isso apenas no curso de Piloto Privado. E, com as facilidades impostas pelas companhias aéreas na hora de admitir um piloto, 90% dos que se formam hoje em dia já tem colocação imediata no mercado de trabalho, o que era inimaginável há cerca de dez anos atrás, onde a quantidade de horas de vôo era levada muito mais em conta do que hoje em dia.

Para ingressar na Varig, as horas de voo pesavam, E MUITO, nos requisitos mínimos.

Para ingressar na Varig, as horas de voo pesavam, E MUITO, nos requisitos mínimos.

E não é só na escola de aviação que futuros aviadores tiram proveito de aulas que adoram: Várias faculdades brasileiras contam com renomados cursos voltados para o mercado da aviação. Um exemplo delas, se não o melhor exemplo, é a Faculdade Anhembi Morumbi, em São Paulo. O curso, procurado por quem deseja ser um piloto de linha aérea, conta com uma grade curricular que permite que o formando siga carreira em outras importantes áreas da aviação. Um exemplo de sucesso profissional é Guilherme Britto, diretor de rotas da Azul Linhas Aéreas. Formado na Anhembi Morumbi, com apenas 24 anos já ocupa um posto importante na sua carreira. Guilherme, que também é apaixonado por aviação, comentou este e outros fatores na EXPOAR, um evento da faculdade voltado para os futuros aeronautas/aviadores.

 

E as horas de vôo? Infelizmente, voar as horas necessárias para se tornar piloto não é barato. É preciso desembolsar, no mínimo, por cada hora de vôo, uma quantia de cerca de R$300, que varia de local para local, e também de acordo com o avião escolhido pelo aluno para voar. No Aeroboero, avião largamente utilizado para instrução de pilotos, a hora de vôo pode ser encontrada em alguns aeroclubes por cerca de R$200 (Aeroclube de Araraquara). Já em Ribeirão Preto, o preço da hora de vôo em uma outra aeronave, o Cessna 152, chega a exorbitantes R$370, no aeroclube. O que acontece muito durante a formação é o seguinte caso: O aluno começa seu PP teórico, termina, tira seu CCF e inicia as horas de vôo. Mas, infelizmente, uma pequena parcela desiste visto o alto valor das horas. No Brasil, onde a aviação mais cresce na América latina, não é possível entender que ainda não temos programas de incentivo aos que desejam se tornar aviador. Sim, caro leitor… Muitos querem, mas poucos podem. Essa é a realidade atual!

 

O Aeroboero.

O Aeroboero.

Ainda sobre o tema acima, a ANAC criou há cerca de dois anos um programa de bolsa de estudos voltado pra a formação de pilotos, mas graças a incomPTencia do nosso governo, não foi pra frente. E, como não podia deixar de ser, muitos bolsistas ficaram na mão, pois a ANAC deixou de subsidiar as horas de vôo. Infelizmente, enquanto um extremo da aviação está em plena prosperidade, o outro está entrando em decadência.

 

Ah, e tem a situação dos aeroclubes no Brasil ainda: Estão de mal a pior. Mas isso é assunto para o próximo post.

 

Um abraço,

João Vitor Balduino

A chegada do ATR 72-600 da Azul

Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011. Aeroporto Internacional de Confins. Belo Horizonte. Minas Gerais. Brasil. ATR. Tudo novo, tudo Azul.

Por Araújo.

No dia 18 de Outubro de 2011, decolava de Toulouse, França, o primeiro ATR 72-600 que operará Américas. De matrícula PR-ATR, seguiu viagem até o Aeroporto de Lanzarote, nas Ilhas Canárias. Com um pernoite programado, passou-se o primeiro dia do traslado do mais novo avião da Azul Linhas Aéreas Brasileiras.

Imagem aérea de Toulouse

Ilhas Canárias

Dia 19 de Outubro de 2011. O símbolo de uma nova era dos Turbo-hélices decola do Aeroporto de Lanzarote com destino a Recife, com escala programada no Aeroporto Internacional Praia, em Cabo Verde. Após parada na Ilha de Santiago, o ATR 72-600 da Azul chega a Recife e, já em solo brasileiro, inicia seu repouso.

Cidade de Recife

Manhã do dia 20 de Outubro de 2011. Decolava com destino a Confins, Belo Horizonte, aquele que será usado pela Azul no transporte regional de passageiros, partindo de Campinas, sendo a referida companhia a pioneira na operação desses modernos turboélices.

Vista Aérea do Aeroporto Internacional de Confins

Meio dia e meia do dia 20 de Outubro de 2011. Dois entusiastas e apaixonados pela Azul almoçam no Aeroporto Internacional de Confins. Sendo chamados às pressas por William Lara, da Assessoria de Imprensa da Azul, ambos vão correndo para a sala da INFRAERO obter as credenciais necessárias para o acesso ao pátio. Tudo foi feito muito rapidamente e, após cinco minutos, estavam todos dentro de uma van, sendo conduzidos pelas entranhas do aeroporto até o pátio de aviação geral.

Mesmo sem nada dizer, estavam ansiosos e felizes com o que aconteceria em breve. Desceram eles do transporte e, logo puseram-se a ligar as câmeras, a abrir os blocos de notas e, a observar atentamente as aeronaves em aproximação.

Meio dia e cinquenta minutos do dia 20 de Outubro de 2011. Eis que um som diferente surge no horizonte. Todos correm, apontam suas câmeras, ajustam o foco, conferem se as canetas realmente escrevem… ainda sem nada ver, mas com tudo a se ouvir, ansiosos, os segundos parecem passar mais devagar.

Como uma surpresa agradável que é dada a uma criança no dia de seu aniversário, surge a poucos metros do chão o primeiro ATR 72-600 da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, às doze horas e cinquenta e um minutos. Com um forte vento de través causado pelo sistema de alta pressão a Norte de Confins e por decorrência da aproximação frontal que era esperada nas próximas horas, as asas do ATR pareceram dançar ao vento. Com muita destreza, o toque suave. Com habilidade, o acionamento dos reversores. Com firmeza, a desaceleração. Com alegria, a comemoração: havia chegado, havia chegado, caro leitor, o primeiro turboélice da série 600 da ATR a operar nas américas.

Livrando a pista em uso pela Taxiway Foxtrot, cortou-se o motor de número um. Ele ainda seguiria em frente via Alfa e Charlie, até o pátio dois, de aviação geral.

Passando à nossa frente, vagarosamente, o ATR seguiu até a posição instruída e, acionando os freios de estacionamento, cortou o motor de número dois.

De acordo com a fabricante, em sua página na internet, o ATR -600 traz capacidade operacional nova para a família ATR através de excelente desempenho na decolagem em pistas curtas, carga máxima aumentada, redução dos custos de manutenção, cabine redesenhada e mais recente tecnologia de aviônicos. A Série ATR -600 goza das últimas inovações em um cockpit simplificado com funções integradas e avançadas de displays de LCD, reforço da segurança, manuseio melhorado para pilotos, dentre outros recursos.

Com capacidade para 68 passageiros, o novo avião da Azul tem seu interior desenhado levando em consideração o conceito de Elegância, produzido pela ATR. Novos tipos de assentos, novo desenho interno e, contando com uma exclusiva iluminação de LED para a criação de novos ambientes, o turboélice combina conforto com sofisticação em uma proporção nunca antes vista.


Uma vez parado, o desembarque dos pioneiros em trazer o ATR -600 ao Brasil começou. Dois Comandantes da ATR e, quatro pilotos da primeira turma de tripulantes do ATR 72-600 da Azul desceram acompanhados de alguns diretores e fiscais da receita federal. Todos juntos, alegres, felizes e contentes com o sucesso da operação de traslado, comemoraram posando para uma foto coletiva.

No detalhe, um Comandante da ATR e outro da Azul Linhas Aéreas Brasileiras.

Visão de um passageiro assentado logo ao lado do motor de número dois.

Foram vinte minutos de abraços, apertos de mão, sorrisos, desembarque de malas, mochilas e itens gerais e pessoais. Já sentíamos que dentro de instantes seria iniciado nosso retorno ao saguão do aeroporto de Confins. Era visível no rosto de todos um sorriso que representava a alegria de estar perto de tal avião. Todos queriam tirar uma foto perto dele.

Víamos ao longe um ônibus da INFRAERO. A cada segundo, ele ficava mais perto nós e, sentíamos que já estávamos longe do ATR. Todos embarcados, iniciamos nosso retorno até o saguão do aeroporto. Ao longe, um avião que representa não somente alguns milhões de dólares. O ATR 72-600 da Azul marca um fato histórico. A primeira companhia aérea de transporte aéreo regular das Américas a voar o ATR 72-600 é brasileira, é da cor do céu, é Azul.

A todos os que estavam presentes na quinta-feira, fica um sentimento de satisfação em fazer parte da história. Fica a alegria de poder acompanhar a chegada de um avião que marcará a empresa aérea mais inovadora em operação na América, que é sinônimo de qualidade e respeito ao cliente e tripulante. Estar em Confins, recebendo o ATR 72-600 da Azul não foi somente mais um evento que o PlusAviation cobriu. Estar lá foi uma honra que foi proporcionada por apaixonados por aviação que, sensivelmente, nos deram essa oportunidade. Quero aqui deixar meu agradecimento ao Panda, ao William Lara, à Carolina Constantino, à Flávia Mesquita e a todos os que nos apoiaram neste dia.

Muito mais que realizar a compra de um novo avião, a Azul demonstra real interesse em satisfazer o cliente, conquistando cada vez mais espaço no mercado. Hoje, sendo a terceira maior companhia aérea em operação no Brasil, com menos de três anos de operações, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras faz história novamente com a compra do ATR 72-600. Aos clientes que serão transportados, fica a certeza da satisfação pela escolha da Azul, afinal de contas, só a Azul é você lá em cima!

Fotos Bônus:

Bastidores – ATR72-600 da Azul.

Caros Leitores,

Conforme anunciamos na prévia desta reportagem, o PlusAviation esteve em Belo Horizonte na quinta feira 20/10/2011, realizando uma exclusiva cobertura de imprensa na chegada do primeiro ATR72-600 da companhia. Embarque conosco até a capital mineira e fique por dentro dos bastidores desta “work trip” realizada pela gente.

Por João Vítor Balduino

Há cerca de duas semanas, recebi o convite para estar em BH na última quinta feira, participando do evento. Através de Gianfranco Beting, diretor de Marca e Produto da Azul, coordenamos a ida até Minas e, em uma grande surpresa, recebi em meu e-mail passagens de ida e volta para Confins, voando Azul, emitidas por ele. Agora sim, a ida da equipe PlusAviation estava confirmada. Saindo de Ribeirão Preto a bordo de um ATR72-200 da companhia, PR-AZW, voei até Viracopos, onde me encontrei com o editor e amigão Araújo. Embarcamos juntos em um E195 da companhia, prefixo PR-AYQ, e após um maravilhoso e curto vôo, estávamos na capital mineira.

Foto por João Vitor Balduino

Foto por João Vitor Balduino

Foto por João Vitor Balduino

Foto por João Vitor Balduino

O tempo na cidade era ótimo, garantindo que a chegada do belo ATR fosse brindada com um sol forte e uma temperatura agradável. Fomos recepcionados, assim que chegamos, pelo sensacional supervisor da Base CNF da Azul, Renato. Fomos por ele assessorados durante todo o dia de cobertura. Para que nós tivéssemos acesso ao pátio onde o ATR ficaria, era necessário ir até uma sala especial da Infraero, onde as credenciais de pátio seriam feitas. Foi um processo bastante rápido, sendo apenas necessário apresentar o RG e tirar uma foto, além de entregar uma carta da companhia aérea autorizando a emissão da credencial. Sem complicações.

O horário previsto para a chegada do ATR era 12h40 local, ou seja, precisávamos almoçar antes do belo avião chegar. O tempo foi curto, mas deu tudo certo. Para uma boa cobertura, é necessário energia e disposição, afinal, eu ficaria encarregado de fotografar a chegada e, Araújo, de anotar dados e informações relevantes sobre a entrega do avião.

Após o curto almoço, voltamos para a loja da Azul, onde encontramos um dos editores da revista da Azul Linhas Aéreas, o William Lara, também responsável pela parte de comunicação e Assessoria de Imprensa da companhia. O mesmo nos acompanhou até o pátio, onde embarcamos em uma van disponibilizada pela Infraero até o pátio de aviação geral. Junto com a equipe do PlusAviation, foram conosco a equipe do site CNF Ao Vivo, parceiro deste portal. As fotos deles ficaram por conta de Lucas Coacci e Marcos Junglas.

Foto por João Vitor Balduino

Foto por João Vitor Balduino

No pátio, a expectativa dos funcionários da AzulTEC que receberiam o novo avião era muito grande. A ansiedade de todos que lá estavam (E inclusive eu!) era enorme, afinal, era nada menos que o primeiro avião do tipo (72-600) das américas chegando. No rádio de escuta de Lucas Coacci, ouvimos o ATR chamar a torre, na final. Nesse momento, todos ficaram atentos à pista, ao nosso lado, na expectativa de ver o pouso do turbo-hélice. Em questão de segundos, ele apareceu em um belíssimo pouso, marcando assim o início da era 72-600 no Brasil.

Foto por João Vitor Balduino

Foto por João Vitor Balduino

E o que aconteceu depois? Aí é com o Araújo, responsável por contar a vocês sobre o avião, a cerimônia e muitos outros detalhes.

Após o evento, foi hora de comemorar, comendo um legitimo doce de leite mineiro com Araújo e Renato, fechando assim mais um dia de trabalho!

Após o expediente, embarcamos no PR-AYB, outro E-195, de volta para Campinas em um agradabilíssimo vôo nas asas da Azul, encerrando assim nossa jornada.

Quero deixar público meus agradecimentos, antes de encerrar essa primeira parte:

Ao Gianfranco Beting, pela gentileza em ceder as passagens de ida e volta para BH e por acreditar no nosso trabalho;

Ao Araújo, que me ajudou muito para que a ida até BH fosse concretizada, e que é meu amigo de fé há muito, muito tempo!

Ao Renato Bonetto, supervisor da base CNF da Azul, pela assessoria prestada para nós dois durante todo o dia;

Ao William Lara, do setor de Comunicação e Assessoria de Imprensa da Azul, que nos prestou todo o suporte de imprensa;

Ao pessoal do CNF Ao Vivo, que tivemos o prazer de conhecer e bater um agradável papo;

A Azul Linhas Aéreas, pela oportunidade única!

Espero que tenham gostado! Na próxima parte, o avião e as novidades, por Araújo.

Um abraço,

João Vitor Balduino.

23 de Outubro

O dia do aviador. Talvez a data mais esperada do ano para mim. Sim, o dia 23 de Outubro supera meu aniversário, Natal, Páscoa, férias! O dia do aviador é a data mais especial de todas as possíveis! Há aqueles que me chamam de louco. Há outros que me consideram anormal. Eu? Eu sou só um apaixonado pela aviação, um ser que não nasceu para viver em solo, mas, que possui um par de asas mecânicas capazes de produzir sustentação necessária para a ação mais inspiradora: voar.

Por Araújo.

Há exatos 105 anos, o patrono da aviação, Alberto Santos Dumont, se aventurava pelos céus, pela primeira vez com pleno sucesso, a bordo de um aeroplano. Há exatos 105 anos, o ser humano conheceu a melhor sensação que poderia existir: a de tirar os pés do chão pela ação de forças aerodinâmicas capazes de produzir uma componente ainda não experimentada por seres ditos humanos, a sustentação.

Desde então, o homem não mais parou. Através de estudos aplicados e novas invenções, a aviação evoluiu muito, chegando ao que temos hoje em dia, com o transporte de grandes massas de pessoas e cargas, simultaneamente. Ao olhar para o céu noturno, é quase impossível não se ver misteriosas luzes verdes, vermelhas e brancas que se movimentam em uma valsa com as estrelas. Durante o dia, é impossível dizer que não vemos o reflexo dos raios solares em máquinas que parecem se mover bem rapidamente, às vezes deixando um rastro de algodão, às vezes passando despercebidas aos nossos olhos, mas, sempre sendo escutadas por nossos ouvidos.

Tanto de dia, quanto de noite, é impossível de se ver o par de pessoas que estão à frente de tais máquinas. Não é possível observarmos, daqui de baixo, movimentações, coordenações e ações daqueles que conduzem as máquinas evoluídas de Santos Dumont.


Contudo, há aqueles que em solo fecham seus olhos, imaginando-se estar no lugar daqueles que voam rapidamente pelos céus. Há aqueles que soltam a imaginação olhando para cima, que dedicam cada segundo de sua vida por uma paixão um tanto quanto diferente. Em terra, fazem esforços inimagináveis, vencem barreiras, lutam contra dificuldades e as transpassam motivados apenas por um sonho.


Enquanto criança, o brinquedo predileto é o avião. Enquanto adulto, o brinquedo predileto continua sendo o avião. Com um amor um tanto quanto diferente, tratam as máquinas voadoras com carinho e atenção na mesma proporção que usariam com suas namoradas ou esposas. Ao voar pela primeira vez, instaura-se o melhor dia de suas vidas. Ao voar pela segunda vez, o melhor dia é restaurado. A emoção do voo solo é sentida a cada decolagem, que é comemorada por um sorriso visível a quilômetros de distância. Após um pouso bem sucedido, um novo sorriso é aberto.


A luta continua, e, com o passar dos anos, conseguem mais carteiras, mais certificados, mais horas de voo, mais experiência e, ao final de tudo isso, entram-se em uma nova modalidade de aviação: a regular. Uma vez nela, tudo começa novamente: novos sonhos, novos objetivos, novo plano de carreira, novas metas, novos desafios, novas vitórias.

Após anos de dedicação, assentam-se na poltrona da esquerda, com quatro faixas douradas ou prateadas em cada um dos ombros e, nas costas, uma responsabilidade ainda maior, comemorada com pronta alegria e dedicação.


Os dias passam, os cabelos, quando não embranquecem, caem. A pele não é mais tão lisa como era antigamente. Os olhos não enxergam tão longe como costumavam enxergar. As mãos, com o passar dos anos, ficam mais experientes, mas, assim como um avião muito estável é também pouco manobrável, aquelas que antes seguravam o manche com firmeza não mais o fazem.

Mas, não se engane, caro leitor. Tudo pode mudar, tudo pode passar, mas, há algo que ninguém sabe de onde veio, e que, até agora, não foi a lugar algum. Algo que pulsa a cada batimento cardíaco, que faz questão de acelerar ao ouvir “Rotate”. Algo inexplicável, encarado por alguns como loucura ou insensatez. A paixão por voar e servir acompanha o aviador desde o seu nascimento e, estará com ele até sua morte, e, se ser louco é característica de um aviador, já passaram da hora de me internar.


Neste 23 de Outubro, o Portal Plusaviation homenageia a todos os aviadores que, assim como nós, têm a aviação em seu coração! Desejamos a todos céus CAVOK, ventos de cauda, maiores autonomias e teto de serviço mais alto, maiores velocidades, mais passageiros transportados, mais horas de voo, mais emoções, mais alegrias, mais aviação! Parabéns, aviador! O mundo gira em suas asas!

Algumas recomendações by PlusAviation

Caros amigos,

Navegando por alguns sites conhecido pelos entusiastas da aviação, descobri um site muito, mas muito nota 10 através do Canal Piloto, do Alexandre Sales (www.canalpiloto.com.br)

E qual site é esse? Chama-se “Futuros Pilotos”. Dediquei um tempo para ler os posts de lá, gostei muito! Obviamente, eu não poderia deixar de divulgar a vocês. Sei que é o caso de muitos aqui (E até mesmo o meu!) que estão começando agora os estudos para seguir carreira de aeronauta. Não deixe de passar no site e dar uma lida, vocês vão gostar bastante.

Lembrete: Não estou ganhando NADA pra divulgar o site dos guris. É que eu acho que, o é bom e é conhecimento, deve ser passado a diante.

Então, acesse: ”http://futurospilotos.wordpress.com/”

Clique no Banner!

Um abraço,
Os editores.

Prévia – ATR72-600 da Azul!

Caros amigos,

Enquanto nós preparamos nossa mega reportagem sobre a chegada dos ATR72-600 da Azul, nada melhor do que dar uma prévia a você, caro leitor. Chegamos em Confins na quinta (20/10) de manhã e aguardamos até a chegada do avião, que ocorreu por volta das 13h30min.

Após um conturbado pouso devido a variação do vento no aeródromo (Confins), o ATR taxiou lentamente, passando na nossa frente devagarinho, permitindo algumas fotos. O avião está lindo!

Em BH, só eu (João Vítor Balduino) e nosso editor, Araújo, estivemos para a chegada. Matheus Motta teve compromissos agendados de última hora na GOL Linhas Aéreas, deixando de ir.

Algumas fotos:

Foto por João Vítor Balduino

Foto por João Vítor Balduino

Foto por João Vítor Balduino.

Foto por João Vítor Balduino.

Foto por João Vítor Balduino

Foto por João Vítor Balduino

Gostaram? Então tem mais! A reportagem especial está quase pronta!

E já adianto uma coisa: O avião tá um ESPETÁCULO!

Um abraço,

João Vitor Balduino e Araújo.