Reflexão – Spotter e Spotting

(Para entender a crônica:

O que é o Airplane Spotting?

· O airplane spotting é o estudo dos aviões, que inclui a descrição, história, a classificação (fabricante, família, modelo, registo etc.), a sua distribuição geográfica, a actividade em que são utilizados, importância histórica e o seu valor económico.

. Atribui-se a origem do airplane spotting ao Reino Unido que durante a II Guerra Mundial  e durante a guerra fria encorajou os cidadãos a se tornarem num “plane spotter” com o objectivo de prevenção, alerta e segurança sobre um possível bombardeamento e ou espionagem do inimigo. Importa referir que Inglaterra já possuia um conjunto de observadores de aviões muito antes da II Guerra Mundial, o Royal Observer Corps, que operou entre 1925 e 1995.

· Actualmente o “plane spotting” tem um caractér lúdico e uma pessoa que o pratique é conhecida como airplane spotter.

· Os spotters estudam e registam, através de fotografia, video, em formato electrónico e/ou em papel  todos os aspectos de vida das aeronaves: planeamento, construção, primeiro vôo, mecânica, matrícula, número de construção, companhia a que pertence/pertenceu a aeronave, pinturas especiais e a ocorrência de incidentes/acidentes;

· Estudam também a evolução das aeronaves e as semelhanças com os modelos anteriores e actuais, e a forma como as aeronaves poderão ser afectadas com a mudança futura.

· As aeronaves foram estimadas ao longo de história por causa da sua beleza, dos hábitos, e da importância delas com referência histórica e futura.

· A fotografia e/ou o video são utilizados frequentemente para documentar as aeronaves, assim como o registo em papel e ou electrónico dos vários movimentos através da “matrícula do avião”.

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Comecei a descobrir esse mundo de Spotting recentemente. Desde pequeno, uns 3 ou 4 anos de idade, eu já era frequente, e religiosamente aos Sábados depois do almoço, no terraço do Hercílio Luz em Florianópolis, onde eu residia.

Caraca, naquela época eu via MD-11 no pátio. E apontava dizendo: “Pai, aquele é o MD-11 da Varig!”. Todos olhavam espantados. O 737-200 eu já chamava de “Breguinha”, enquanto outros falavam “O turbininha fina….”

Spotters in action!

Spotters in action!

O tempo passou, voltei para Curitiba, e passei a frequentar dois lugares muito especiais: O terraço do Afonso Pena e o pátio do Bacacheri. Lembro do amigo Elias, que trabalhava lá no Bacacheri, sempre liberava para mim e meu pai para ficarmos uns 40 minutos no pátio. Enquanto isso, minha mãe preparava o almoço em casa. O que era o som daquele C90, ou B200, decolando? Kingão, inconfundível!

Quantos Sábados eu passei, junto com a família no aeroporto, pelo puro prazer de olhar aviões? Que tipo de maluco sou eu? Será que posso, então, me classificar como maluco E apaixonado?

É… Vocês me entendem, caros leitores. A ansiedade antes de cada spotting. A ansiedade que me toma antes de cada voo… Ao invés de tocar Pink Floyd no computador (Sou fã pra caramba!), deixar rolando a fonia do APP SP (Frequência do Controle de Aproximação da Terminal São Paulo) só pelo prazer de saber que tem avião chegando… É, também, saber os horários dos voos para sair na janela durante o dia só para vê-los decolando. O vizinho do 7º andar que é maluco por aviões, para os que assistem a corrida maluca ao abrir a janela.

Fico triste em saber que, em alguns locais, o Spotting virou motivo de disputas. “Eu fotografo mais avião que você”, “Você roubou minhas fotos para colocar no Airliners”, “Ele subornou o segurança só para fotografar melhor que eu!” e outras babaquices de criança sem tamanho. Encaro o Spotting como algo que vai além de ver/fotografar aviões: É um modo de fazer novas amizades, sendo esses novos amigos pessoas que compartilham com você uma mesma paixão: Aviação!!

Tive a honra de conhecer spotters sensacionais pessoalmente. Quantas histórias, conversas que quem vê pensava que éramos conhecidos há anos, quantas coca-cola tomadas no aeroporto… Emfim…

Que esse hobby tão bacana não se perca no mundo das disputas, mas sim, seja um meio de união entre malucos!

João Vítor Balduino

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Destinos – Curitiba/PR

DESTINOS  – Curitiba

É fato que Curitiba é uma das mais belas cidades do país: Limpa, extremamente organizada e agradável. Me sinto suspeito em falar da cidade, pois nasci nela e lá morei a maior parte da minha vida. Curitiba é procurada por milhares de turistas todos os anos, que buscam uma cidade grande, mas com um jeitinho que só ela tem. O que fazer em Curitiba? Estamos aqui para
ajudá-lo. Restaurantes, bares, hotéis e pontos turísticos para garantir uma boa estadia de você, leitor, em Curitiba. Está aberta a nova seção do PlusAviation: “Destinos”! Embarque conosco e conheça a primeira cidade: Curitiba

Seja para quem viaja a negócios ou a lazer, Curitiba sempre agrada seu visitante. Sua grande quantidade de parques, um clima agradável durante o verão e um frio que pede o aconchego de uma lareira no inverno são o prato cheio para quem gosta de variar um pouquinho mais. Da balada mais agitada ao restaurante familiar, as opções para se divertir em Curitiba são inúmeras. Para isso, o PlusAviation selecionou algumas delas para vocês.

Good food, good life

Italianos!!

Comer bem em Curitiba é quase obrigatório. E há restaurantes de todos os tipos, para todos os gostos e bolsos. Não posso deixar de citar o circuito italiano de Santa Felicidade, com seus estupendos restaurantes italianos que, cá entre nós, servem um prato melhor que o outro. As verdadeiras massas frescas, preparadas no legítimo estilo italiano, podem ser encontradas lá.

Santa Felicidade (Foto: Divulgação)

Santa Felicidade (Foto: Divulgação)

O Restaurante Dom Antônio é um bom exemplo de comer bem com um preço bastante satisfatório. O salão amplo, porém aconchegante, torna o ambiente bastante agradável para o almoço de domingo com a família. Logo na entrada, enquanto você aguarda uma mesa (Normalmente a espera não passa de 20 minutos), você encontra alguns tira-gostos interessantes, como torradinhas com manteiga e as já conhecidas batidinhas de maracujá, laranja e morango. Além disso, é possível provar o vinho da vinícola da família proprietária do restaurante, que também são deliciosos, e podem ser adquiridos na própria entrada do restaurante.

A entrada do Restaurante Dom Antônio (Foto: Site EU JÁ FUI)

A entrada do Restaurante Dom Antônio (Foto: Site EU JÁ FUI)

Em relação aos pratos, as porções são bem apresentadas. Logo que você senta à mesa, uma série de pratos italianos são servidos (Risotto de frango e queijo, nhoque à bolonhesa, frango prensado, salada de maionese, entre outros) na quantidade necessária para todos os que estão na mesa. Pode-se pedir ao garçom uma das massas especiais, que são excelentes. A minha sugestão é o spaghetti ao molho pesto ou ao molho Alfredo, que são os meus favoritos. Ah, e vale lembrar que a cerveja vem sempre bastante gelada!

Quer conhecer?

Avenida Manoel Ribas, 6121 – Bairro Santa Felicidade – Curitiba/PR

(41) 3273-3131 (www.domantonio.com.br)

Hambúrguer Gourmet

Hambúrguer hoje em dia não é mais o BigMac do MCDonald’s ou aqueles gigantes gordurosos do Burger King. Os restaurantes renomados decidiram inovar o cardápio e mudar a maneira da qual o hambúrguer é lembrando. Estive no Restaurante Madero Burger e Grill recentemente, em Curitiba, e posso dizer que é o melhor hambúrguer gourmet que pude experimentar até hoje. E digo com propriedade, pois o que eu mais gosto de experimentar nas cidades que eu viajo são hambúrgueres que qualidade. O restaurante é premiado por vários guias gastronômicos, como a Revista Veja e o Jornal Gazeta do Povo. O chefe da casa, Junior Durski, não perdoou e elaborou um cardápio sensacional. Para a entrada, a sugestão fica pela lingüiça caseira de pernil, feita na chapa e temperada na medida certa. Acompanha uma farofinha sensacional! Como prato principal, sugiro o Cheeseburger bacon super. Nada menos que três hambúrgueres de picanha, bacon com pouca gordura e generosa quantidade de queijo. Acompanhado de uma coca-cola, que vem trincando, vai muito bem!

O hambúrguer do Madero. Sensacional! (Foto: JOÃO VÍTOR BALDUINO)

O hambúrguer do Madero. Sensacional! (Foto: JOÃO VÍTOR BALDUINO)

De sobremesa, provei o Petit Gâteu de doce de leite e não me arrependi: Muito bom! Acompanha muito bem um café expresso.

Quer conhecer?

Av. Munhoz da Rocha, 580 – Bairro Cabral – Curitiba/PR

(41) 3069 – 1808 (www.restaurantemadero.com.br)

 

Bella pizza!

 

Todos nós gostamos de pizza, não? E pizza deve ser bem servida! Gosto de freqüentar em Curitiba a Pizzaria Baggio. Um dos ambientes mais aconchegantes que conheço em termos de pizzaria, além de um atendimento que nunca deixa a desejar. No friozinho, corriqueiro em Curitiba, a carta de vinhos é muito boa, com rótulos sul americanos, europeus, sul africanos, dentre outros. Ah, e vale lembrar que, se alguma indicação de vinho para harmonizar com a pizza é pedida, uma pessoa que entende de vinhos vem até a mesa para auxiliar. Interessante, não? Sempre peço a pizza de atum com o adicional da cebola crocante, que são cebolinhas empanadas e fritas que dão um toque muito especial na pizza. Além disso, a pizza de funghi fresco é muito interessante para quem gosta de variar do tradicional. Vale a pena levar a namorada/esposa ou mesmo a família toda.

Faxada da Baggio. (Foto: Site Descubra Curitiba)

Faxada da Baggio. (Foto: Site Descubra Curitiba)

Quer conhecer?

Avenida Rocha Pombo, 380 – Bairro Juvevê – Curitiba/PR

(41) 3353-7171 (www.pizzariabaggio.com.br)

 

Have fun!

É possível se divertir em Curitiba sem gastar nada, ou gastando muito pouco. A minha primeira dica, e mais valiosa, é quanto ao ônibus da linha turística, que faz um tour pela cidade, passando pelos principais pontos turísticos da capital paranaense. O custo é de 27 reais por pessoa, e, assim que você compra o “ingresso” para o ônibus, você recebe 5 cartelinhas: Uma para o embarque e mais 4 para eventuais reembarques. Você pode embarcar na Praça Tiradentes, das 9 da manhã até as 17hrs, com embarques a cada 30 minutos. Já que a dica foi dada, vou comentar sobre alguns pontos que o ônibus da Linha Turística passa:

Ópera de Arame

Um dos locais mais famosos de Curitiba. E, tão quanto famoso, é belo. Vários shows, e de importantes artistas da música brasileira e internacional, já se apresentaram no palco da ópera da Arame. Além de conhecer o local, você pode comprar alguma lembrança de Curitiba nas lojas “Leve Curitiba”, que estão presentes na maioria dos pontos turísticos. Do lado de fora da ópera, atravessando a avenida que leva ao Parque Tanguá, há várias lojas que vendem produtos artesanais, desde alimentos até peças de decoração. E são produtos típicos do Paraná. Vale a pena conferir!

Ópera de Arame, noturna. Linda!

Ópera de Arame, noturna. Linda!

Teatro Paiol

Teatro Paiol. Rústico, mas belo! (Fonte: Acústica Paiol)

Teatro Paiol. Rústico, mas belo! (Fonte: Acústica Paiol)

Na minha singela opinião, um dos mais belos teatros que conheço. Construído nos anos 1910, foi reestruturado e se tornou um teatro de arena em meados de 1970. Dada sua importância, ele foi batizado pelo excepcional Vinícius de Moraes (O poeta!), e é um dos marcos da transformação histórico-cultural de Curitiba. Mesmo de fora, é muito bonito, em especial de noite. Indispensável!

Mercado Municipal

 

Interior do mercado municipal de Curitiba. (Foto: Prato Fundo)

Interior do mercado municipal de Curitiba. (Foto: Prato Fundo)

Outro local que gosto muito na minha cidade. É impressionante, mesmo sem ser tão grande, a variedade de produtos e culturas que podem ser encontradas no Mercado Municipal de Curitiba. Gosto muito de ir nos boxes de embutidos para um legítimo salame caseiro, ou no Box dos orientais para comprar o delicioso “Manju”, um doce japonês com recheio de feijão preto (Apesar de peculiar, é MUITO gostoso!), ou um salgadinho de gergelim chamado Karinto, igualmente saboroso. Peixes, frutas e legumes sempre fresquinhos também são uma boa pedida no mercado municipal. Conheça!

Jardim Botânico

 

A estufa do Jardim Botânico. (Foto: Portal Fala Turista)

A estufa do Jardim Botânico. (Foto: Portal Fala Turista)

Não poderia também deixar de falar do famoso Jardim Botânico de Curitiba. Um lugar lindo! Andar no parque ao nascer do sol, ou curtir o dia com a família no final de semana são excelentes roteiros para o morador de Curitiba, ou até mesmo para o visitante. Uma dica é sempre pesquisar sobre alguma eventual exposição no local, sempre de excelentes artistas e com entrada gratuita. E, como de praxe, visitar a famosíssima estufa, com várias espécies de plantas nativas. Uma boa oportunidade para respirar natureza, já que aqui em São Paulo a gente respira fumaça.

Para conhecer um pouco mais da Linha Turística, e também outros pontos turísticos de Curitiba, acesse:

http://www.urbs.curitiba.pr.gov.br/PORTAL/linha_turismo/

Feira do Largo da Ordem

 

Feira do Largo da Ordem, lotada. (Foto: Portal Hagah)

Feira do Largo da Ordem, lotada. (Foto: Portal Hagah)

Indispensável! Um dos passeios preferidos dos Curitibanos nos domingos pela manhã. As várias barraquinhas oferecem de tudo: Utensílios domésticos, produtos para a casa, artesanatos, comidas típicas, etc. Ícones da cidade, como a famosa senhora da “Borboleta”, o homem do grilo pula-pula e o gato no saco de farinha se fazem presentes todos os Domingos. Uma boa pedida é o pastel de carne acompanhado de um caldo de cana com limão. Quer conhecer? Domingo, a partir das 8h da manhã, no Largo da Ordem (Centro da Cidade).

Vamos descansar!

Descansar, seja para voar ou para um dia de trabalho, é primordial para que nossa produtividade seja maior. Curitiba conta com excelentes hotéis, com diárias acessíveis, para que você possa descansar de maneira tranqüila e com qualidade. Nesse caso, deixo a dica dos hotéis que já fiquei ou que recebi dicas, pois consigo dizer com mais propriedade sobre eles.

Hotel Slaviero Executive

Preço interessante na diária e tudo o que procuramos em um hotel: Cama confortável, chuveiro quentinho, limpeza, ar condicionado e TV a cabo. Com café da manhã incluso na diária. Fica no bairro Batel, um dos mais belos e valorizados de Curitiba. Quer conhecer mais? http://www.slavierohoteis.com.br/br/curitiba/slaviero-executive-curitiba_15_hoteis.aspx

Hotel Bourbon Curitiba

Uma excelente opção de hotel também. Conheço a unidade Cascavel, que é bastante parecida com a de Curitiba. Café da manhã excelente, com grande variedade de cereais, frutas, frios, pães, etc. A diária não é tão acessível quanto a de outros hotéis, mas posso garantir que vale cada centavo gasto, pela qualidade do quarto e do atendimento. O hotel fica no centro, na Rua Cândido Lopes. Quer conhecer mais?

http://www.bourbon.com.br/br/hotel/4/bourbon-convention-curitiba/o-hotel.aspx

Hotel Formule 1 Curitiba – Centro

Uma excelente opção de hotel econômico. Quem conhece os hotéis do Grupo Accor, sabe que a qualidade de todas as unidades e todas as marcas são excelentes. Mercure e Íbis são belos exemplos. Quartos com ar condicionado, TV a Cabo, chuveiro a gás e cama confortável. Por ser um hotel econômico, cobra por serviços como Wi-fi e estacionamento. O hotel fica no centro de Curitiba, na Rua Mariano Torres. Quer conhecer mais?

http://www.hotelformule1.com/pt-br/hotel-5519-formule1-curitiba-centro/index.shtml#

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Bom, caros leitores: Estas são as pequenas, mas valiosas, dicas de Curitiba que pude comentar com vocês. Se eu fosse comentar todos os locais interessantes da cidade, este artigo viraria um almanaque. Espero que, quando forem para Curitiba, visitem algum destes locais e passem para a gente o feedback. Espero que as dicas tenham de fato auxiliado na escolha dos locais em Curitiba.

Aguardem! Nos próximos dias, mais dicas de outras cidades brasileiras!

Ah, e você tem alguma outra dica de Curitiba? Passe para a gente nos comentários, para que possamos enriquecer ainda mais o artigo!

Um abraço!

João Vítor Balduíno

Campinas – Vitória: Technical Check – Azul Linhas Aéreas Brasileiras

Perdão!

Caros leitores, não posso começar a escrever sem me redimir com vocês. Sei que passamos um bom tempo sem atualizar este Portal, contudo, há algumas explicações para isso: primeiramente, como já explicado pelo colega João Vitor, tivemos problemas com nosso provedor. Em segunda instância, pessoalmente, tive alguns problemas relacionados à falta de tempo. Passei dois meses fora de casa a trabalho, voando no Rio de Janeiro. Foi uma experiência incrível que farei questão de contar para vocês mais pra frente. Por enquanto, deixarei vocês ansiosos e por agora, não comentarei nada sobre o Rio de Janeiro, que foi, é e sempre será Azul.

A ida para vitória.

Na sexta-feira, 08 de Junho de 2012, encontrei-me com meu amigo João Vitor no voo AD4418, de Campinas para Vitória. Havíamos coordenado com a Azul Linhas Aéreas Brasileiras a ida até a capital do Espírito Santo, visando escrever esta reportagem que vocês agora leem. Nas próximas linhas, falarei um pouco de nosso voo de ida.

Winglet da asa direita do E195 (E190-200AR) da Azul Linhas Aéreas Brasileiras. Foto por João Balduíno.

Como moro na região metropolitana de São Paulo, saí de casa bem cedinho, tomei dois trens e um metrô para chegar até a Estação Barra Funda. Lá, encontrei o “Busão da Azul”. Entrei na fila para toma-lo, e, dentro de poucos segundos, um atendente da Azul, com tremenda simpatia, veio conferir meus documentos e bilhete de embarque, permitindo minha entrada no ônibus logo que a conferência foi feita. Confesso que me impressionei quando entrei no busão: era novo em folha, espaçoso e confortável, com direito a Wi-Fi e tudo mais. Fomos avisados da importância de usarmos o cinto de segurança, e, seguimos viagem até o Aeroporto Internacional de Campinas. Aqui cabe um parêntesis: a Azul disponibiliza ônibus partindo de alguns pontos estratégicos de São Paulo e algumas cidades do interior. Tais ônibus são extremamente pontuais, confortáveis e seguros. Para quem parte de regiões atendidas por eles, fica a dica: vá para Viracopos (ou volte de lá) de busão, o busão da Azul! Abaixo, segue o link para vocês darem uma conferida nos locais atendidos e horários disponíveis:

http://www.voeazul.com.br/experiencia-azul/onibus-azul

Ônibus da Azul. Extraído de “http://www.melhoresdestinos.com.br/azul-linhas-aereas” em 11/06/2012.

Embarquei no ônibus as 08h30 e uma hora depois já estava no saguão do Aeroporto Internacional de Viracopos. Tenho que confessar, Viracopos é uma paz! Com seu jeito de aeroporto pequeno, mas com espaço considerável, é com certeza um dos triunfos da Azul, que viu em Campinas, lugar até então inexplorado, uma grande chance de inovar: com atendimento rápido e fácil, sem complicações e filas demasiadas, fiz meu Check-In para meu voo. Fui atendido com muitos sorrisos pela equipe da Azul, que sempre nos trata muito bem. O procedimento não durou mais que dois minutos. Saí com meu ticket de embarque em mãos, só aguardando o horário de meu voo. Como eu teria que esperar mais 3 horas até embarcar, resolvi ler um bom livro. O tempo passou rápido, e quando me dei conta, já estava na hora de voar.

Saguão do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. Extraído de “http://correio.rac.com.br/correio-popular/0/104920/2012/02/03/0.html” em 11/06/2012.

A partida de nosso voo estava prevista para as 12h25 locais. Com uma pontualidade britânica, nosso embarque foi iniciado as 12h10. Convidando primeiramente os clientes com necessidades especiais, dificuldade de locomoção, pessoas com crianças de colo, gestantes e clientes Tudo Azul Safira, uma fila se formou. Rapidamente, os documentos e os bilhetes de embarque foram conferidos. Entramos no ônibus da INFRAERO, que nos levou até nossa aeronave: PR-AYQ, batizada de Azul é Vitória. Parece até brincadeira, mas iríamos a Vitória no avião que carregava em sua fuselagem o mesmo nome! Sensacional!

Embraer 195 PR-AYQ – Azul é Vitória. Foto por Danilo Araújo.

Ao subir as escadas de embarque, uma Comissária de Voo nos recepcionava com simpatia inigualável, oferecendo a todos um fone de ouvido da Azul. Prontamente, me identifiquei como Piloto de Avião e pedi para visitar a Cabine de Comando. A Comissária logo atendeu minha solicitação e após pedir autorização ao Comandante da aeronave minha visita foi autorizada.

Uma vez já acomodado, comecei a observar e a anotar tudo. Nosso embarque foi finalizado às 12h25, contudo, devido a atrasos nos voos de conexão tivemos de aguardar o carregamento de malas de passageiros que haviam chegado no último minuto. O Comandante prontamente fez um anúncio aos passageiros pedindo desculpas pelo atraso seguinte.

Exemplo de carta SIGWX, usada pelos pilotos para o planejamento de voo. Extraído de “http://www.oaviao.com.br/oaviao_novo/meteorologia/prof_cabral/cod_meteo.php” em 11/06/2012

O tempo em Campinas estava chuvoso, com uma temperatura de 12ºC. Em rota, previa-se turbulência leve devido à instabilidade do ar após a passagem de uma frente fria. Na aproximação em Vitória, esperávamos encontrar bastantes nuvens de chuva, turbulência leve e temperatura um pouco maior, na casa dos 25ºC. Nossa aeronave estava 100% OK, o tráfego aéreo estava normal, e a pista de pouso e decolagem estava molhada.

Fechamos os porões de carga às 12h45 e logo iniciamos nosso Pushback, que é o procedimento em que um carro especial se acopla ao trem de pouso do nariz do avião, puxando-o para trás e alinhando-o a sua trajetória seguinte. Para o leitor desavisado, avião não tem “marcha à ré”, por isso é necessário realizar o Pushback quando se pretende andar com o avião de ré.

Procedimento de Pushback de um Embraer 190 da JetBlue. Extraído de “http://article.wn.com/view/2012/06/01/JetBlue_adds_gates_at_Kennedy_for_international_flights/” em 11/06/2012.

Acionamos os nossos motores. Por agora, não explicarei em detalhes como funciona nosso motor, mas, prometo fazer um artigo sobre este tema nas próximas semanas. Primeiro, demos a partida no motor de número um, que está localizado no lado esquerdo da aeronave. Para liga-lo, é necessário um fluxo de ar de extrema potência, que gira uma série de engrenagens acopladas ao motor, fazendo o conjunto de pás do compressor e da turbina girar em altíssima velocidade, completando assim o ciclo de acionamento após a liberação do combustível para a câmara de combustão. Como a partida do motor um foi normal, seguimos nosso taxi até o ponto de espera da pista 15 de Viracopos. Durante nosso taxi, ligamos o motor dois e, assim estávamos prontos para a decolagem.

Viracopos conta com uma pista que tem duas cabeceiras: a 15 e a 33. Decolando da pista 15 saímos praticamente no rumo de Jundiaí. Uma vez autorizados a decolar, alinhamos na cabeceira e iniciamos nossa corrida de decolagem. Confesso que esta é a parte do voo que me agrada bastante. Com 18.500 Libras/Força de empuxo em cada motor, corremos a pista e dentro de alguns segundos estávamos no ar.

Subimos rapidamente, recolhemos nosso trem de pouso e flaps, e, seguimos no rumo de Vitória. Antes da decolagem, perguntei ao Comandante como é operar no Aeroporto de Vitória. Ele respondeu que é sempre uma aventura, uma experiência diferente, pois há sempre bastantes helicópteros voando naquela região e o terreno é composto de uma série de elevações, exigindo da tripulação uma atenção maior.

Permanecemos em cruzeiro por aproximadamente 50 minutos. Para quem não sabe cruzeiro é a condição de altitude e velocidade que a aeronave manterá por um grande intervalo de tempo. Subimos a 31.000 pés, algo em torno de 9500 metros de altitude sobre o nível médio do mar, mantendo uma velocidade de aproximadamente 920 km/h. Sobre nosso voo em rota, não falarei muito não. Vou deixar que meu amigo João Vitor comente mais sobre esta etapa.

Começamos a nos aproximar de Vitória. O tempo não estava nada bom: chuva moderada, nuvens baixas e temperatura em elevação. Não conseguiríamos avistar a pista com tamanha facilidade, fazendo-nos voar por instrumentos. Ok, você que é do ramo da aviação deve estar rindo agora. A grande maioria dos voos é realizada por instrumentos, contudo, o que eu quero dizer é que as condições atmosféricas permitiam somente o voo por instrumentos.Voar por instrumentos é o procedimento definido pela orientação espacial através de estações de rádio implantadas em solo ou através de sistemas GPS. Tal voo é conhecido como IFR. Ele é extremamente preciso e seguro, aumentando consideravelmente a capacidade de pousos e decolagens das aeronaves. A tripulação deve estar preparada e habilitada para operar por instrumentos e, o aeroporto deve ser homologado para receber operações por instrumento. Antes que eu me esqueça, por operações entendem-se pousos ou decolagens. E antes que eu me esqueça novamente, todas as tripulações de qualquer empresa aérea é habilitada a voar por instrumentos.

A cada segundo, estávamos voando mais perto do chão e mais próximos da pista. Do lado de fora não se enxergava nada; estávamos dentro de uma camada de nuvens. A calma, a elegância e a tranquilidade pairavam sobre a cabine de passageiros: dentro de instantes estaríamos pousando. Quando menos esperamos furamos as nuvens e pudemos avistar o solo. A pista de pouso estava logo à frente, mas , por motivos de restrição imposta pelo controle de tráfego aéreo ou por estarmos altos demais, iniciamos uma arremetida.

Vídeo de uma arremetida em Campinas. Ressalto que tal vídeo não foi gravado por mim e não foi gravado no meu voo relatado. Extraído de “www.youtube.com” em 11/06/2012.

Para quem não sabe, arremetida, ou aproximação perdida, é o procedimento que se constitui de parar de descer para pouso e subir novamente. Uma arremetida pode ser causada por diversos motivos, como erros na aproximação, falha de algum componente do avião, não autorização de pouso pela Torre de Controle etc. Nosso caso era mais simples: estávamos alto demais para pousar. A pista era curta e estava molhada. Mantendo o padrão de segurança da Azul, o Comandante da aeronave, que também era o responsável pelo pouso da mesma, decidiu arremeter. Confesso que eu nunca tinha visto uma arremetida de um Jato. Foi sensacional: eleva-se a potência dos motores, recolhe-se o trem de pouso e os flaps são colocados em uma posição aerodinamicamente correta para o procedimento e sobe-se novamente, retomando a aproximação.

A partir de agora, veja as fotos de nosso pouso e táxi na outra matéria, escrita por João Vitor. Por motivo de segurança, não tirei foto alguma durante nosso pouso.

Para quem é passageiro, uma arremetida pode assustar, entretanto, a arremetida é um procedimento de segurança, visando evitar problemas maiores ao pousar uma aeronave que não estava completamente configurada para o pouso.

Subimos novamente, fizemos uma curva a esquerda e sobrevoamos o mar. Agora, éramos o número dois na aproximação. Logo atrás de outra aeronave da Azul, refizemos nossa trajetória de pouso. Agora na altitude correta, pousamos com segurança nosso Embraer 195.

Pouso de nosso Embraer 195 em Vitória. Créditos a Junio Gracielo.

Nosso taxi até o pátio foi tranquilo e padrão. Agradeci imensamente ao nosso Comandante e Primeiro Oficial pelo excelente voo e, juntamente com João Vitor, desembarquei do voo AD4418. Estávamos em Vitória, após 1h20 de voo. Tínhamos uma cidade para se explorar em algumas horas! Tínhamos uma missão Azul pela frente.

Danilo Araújo ao lado do PR-AYQ em Vitória. Foto por João Balduíno.

E falando em Missão Azul, gostaram do nosso voo de ida? Gostaram da experiência Azul?

Um abraço,
Danilo Araújo.

Visão do Passageiro / Flight Check – Azul Linhas Aéreas

Na parte de trás da cabine…

Cheguei no aeroporto de Viracopos procedente de Ribeirão Preto, em um ATR da companhia. Tivemos, ainda no trajeto entre Ribeirão e Campinas, um pequeno atraso decorrente da meteorologia em Ribeirão Preto. Nos últimos dias, a meteorologia em todo o estado de São Paulo, bem como em toda a região sudeste, tem atrapalhado as operações nos aeroportos menores, que não dispõem de elementos como ILS para pouso em condições climáticas desfavoráveis. Não por isso, o voo foi excepcional. Temperado com uma turbulência forte em rota, dando um pouco mais de emoção em nosso voo, fomos levados pelo novíssimo e moderno ATR 72-600, de prefixo PR-ATE. Nos comandos, o comandante Aníbal muito solícito sempre passando informações sobre a melhora do tempo em Campinas, tranquilizando passageiros de primeira viagem, como muitos no nosso ATR.

Chegamos em Viracopos eram 12h05min, e minha conexão para Vitória era 12h25min. Assim que paramos no gate, liguei para nosso editor Danilo Araújo, que me acompanharia na etapa entre Campinas e a capital capixaba. O embarque para Vitória já havia começado, e eu ainda estava dentro do turboélice. Graças ao apoio da equipe de solo de Ribeirão Preto, fui o primeiro a embarcar na aeronave, sentando na última fileira de poltronas do ATR, no corredor. Isso facilitou, e muito, na hora de desembarcar e correr até o E-JET. Eu era o único passageiro em conexão para Vitória, e fiquei muitíssimo feliz em saber que a companhia estava apenas aguardando a minha chegada para iniciar o voo. Isso demonstra e reforça ainda mais o compromisso da Azul no cuidado com o passageiro. Enquanto as companhias aéreas congêneres vão contra isso, a Azul presta para os passageiros um atendimento cada vez mais humanizado e respeitoso. Mil pontos para a companhia!

De fato, assim que me acomodei na poltrona 25-D do PR-AYQ (Lê-se: Papa Romeo – Alpha Yankee Quebec), um novo e moderníssimo Embraer 195, projetado e operado por brasileiros, as portas foram fechadas e, em mais alguns minutos, estávamos iniciando nosso procedimento de pushback. Uma curiosidade: Em Viracopos, após o pushback ser realizado, a aeronave é levada até uma posição específica no pátio, chamada de “Ponto de Acionamento”. Lá os motores são acionados. E também de lá iniciamos nosso taxi até a pista 15 de Campinas.  Sempre suave e ágil, tentando minimizar um pouco do pequeno atraso na partida. Durante o taxi, o trio de Blue Angels (Como são carinhosamente chamadas as comissárias de vôo da Azul) fizeram os speechs para os passageiros, bem como as importantíssimas demonstrações de segurança, nos casos de uma eventual emergência.

Embarcados - PR-AYQ

Embarcados – PR-AYQ

Interior do nosso Embraer 195, o PR-AYQ

Interior do nosso Embraer 195, o PR-AYQ

Mapinha de voo, o famoso AirShow!

Mapinha de voo, o famoso AirShow!

Iniciando o táxi até a pista 15 de Viracopos.

Iniciando o táxi até a pista 15 de Viracopos.

Sem nenhuma parada, alinhamos de decolamos. Após uma curta corrida, saímos do solo em Campinas. Curva inicial para a esquerda, cumprindo o perfil de saída passado pelo controlador de voo em Campinas. Assim que cruzamos 10.000 pés, o aviso de atar cintos foi apagado…

Subindo para nosso nível de cruzeiro, 37.000 pés.

Subindo para nosso nível de cruzeiro, 37.000 pés.

Tentativa de foto artística em pleno voo.

Tentativa de foto artística em pleno voo.

…e o início do serviço de bordo foi anunciado. Neste vôo, teríamos o saboroso e padrão serviço de bordo da Azul: Refrigerantes (Kuat, Kuat Zero, Coca-cola e Coca-Cola zero), Suco (SuFresh Laranja com gominhos), água mineral sem gás e os famosos snacks da Azul (Batata Chips, Goiabinha, Biscoito com Gergelim, Biscoito Recheado e Amendoim Japonês). Um detalhe: Os saborosos e adoráveis Mix Apertivo foram retirados do serviço de bordo da companhia, sendo trocados pelo amendoim. Particularmente, o Mix é muito mais saboroso e elaborado, e poderiam retornar ao “cardápio” da Azul. Fora isso, tudo muito bem servido e em quantidades generosas.

Fiquei com uma coca-cola normal, dois pacotinhos de batata chips e um pacotinho de biscoito recheado. O interessante na Azul é que você pode determinar a quantidade do que você quer, ao contrário de outras companhias onde nem pedir mais um copo de bebida é permitido. Muito bacana essa opção dada aos passageiros, com liberdade de escolha do que quer comer, podendo começar em algo salgado e terminar em um doce. Além disso, a bebida não é em um copo pequeno, mas sim, em uma pequena garrafinha (Antes, era uma latinha) com quantidade para dois copos.

O serviço de bordo da Azul. Tudo muito bem servido e apresentado.

O serviço de bordo da Azul. Tudo muito bem servido e apresentado.

O voo transcorreu normalmente. Nenhuma turbulência, apesar das condições meteorológicas após nossa decolagem de Campinas. Por ser um voo mais longo, o serviço foi feito sem atropelos e com muita simpatia e cordialidade. Após o serviço de bordo, uma cena muito bacana: A comissária líder do voo se agachou no meio do corredor para brincar com um pequeno passageiro, de dois anos de idade e que voava pela primeira vez. Com certeza, o garotinho ficou bastante alegre e seus pais mais ainda. São gestos que, por mais simples que sejam, remetem ao atendimento mais humanizado que comentei logo acima. Os passageiros ao redor, que também observavam, davam risada junto. Sensacional!

Tão logo os lixos foram recolhidos, iniciamos nossa descida para Vitória. O comandante falou conosco pouco depois, passando algumas informações sobre Vitória. Chuva leve, 24 graus de temperatura, e estimando pouso para as 14h05 minutos. Com incrível rapidez, já era possível ver logo abaixo da asa direita a cidade de Vitória. Com o avião configurado para pouso, em poucos minutos já estaríamos em solo…

Quase chegando em Vitória, com um tempo nada agradável.

Quase chegando em Vitória, com um tempo nada agradável.

Final para pouso em Vitória, pouco antes da surpresinha.

Final para pouso em Vitória, pouco antes da surpresinha.

…Mas eis que, sinto o corpo sendo jogado para trás. Ouço o motor sendo acelerado, e o avião está subindo. Sim, estávamos arremetendo. Para alguns no avião, um pouco assustador. Para outros, situação mais do que corriqueira. Cumprimos o procedimento que foi instruído aos pilotos, e começamos a sobrevoar o mar. Uma linda visão, apesar do dia nublado. O mar verdinho, e os navios que iam em direção ao Porto de Tubarão, em Vitória. O comandante, novamente, voltou a falar conosco. O motivo da arremetida foi uma mudança de vento e pista, além da desestabilização da aproximação final. Segurança acima de tudo! Cerca de 10 minutos depois, já estávamos na final para pouso. O avião foi novamente configurado, e em poucos minutos estaríamos em solo capixaba.

Arremetemos!

Arremetemos!

Iniciando novo procedimento para pouso, com direito a um belo panorâmico nas proximidades de Vitória

Iniciando novo procedimento para pouso, com direito a um belo panorâmico nas proximidades de Vitória

Belíssimo mar, apesar do tempo nada convidativo.

Belíssimo mar, apesar do tempo nada convidativo.

The ocean!

The ocean!

Após um toque firme na pista do aeroporto de Vitória, taxiamos rumo ao pequeníssimo terminal de passageiros do aeroporto. Paramos e os motores foram cortados as 14h32 minutos, encerrando assim mais um confortável e excepcional voo nas asas da Azul. Desembarcamos, e como de praxe, fotografamos nossa linda aeronave. Como é lindo o desenho destes E-JETs! E a pintura da Azul, igualmente bela, dá um “plus” a beleza do avião.

Fomos fotografados durante o pouso! (Foto por JUNIO GRACIELO / PORTAL AEROVIX)

Fomos fotografados durante o pouso! (Foto por JUNIO GRACIELO / PORTAL AEROVIX)

Paramos ao lado do (Quase) gêmeo, o PR-AZH.

Paramos ao lado do (Quase) gêmeo, o PR-AZH.

Nosso editor, Danilo Araújo, ao lado do PR-AYQ, já em Vitória.

Nosso editor, Danilo Araújo, ao lado do PR-AYQ, já em Vitória.

E este que escreve essas mal-traçadas, também ao lado do PR-AYQ em Vitória.

E este que escreve essas mal-traçadas, também ao lado do PR-AYQ em Vitória.

Após isso, nos encontramos com o amigo Junio Gracielo, excepcional spotter de Vitória e pessoa da melhor qualidade. Seguimos para um almoço na Churrascaria Minuano, de frente para o mar, na praia de Camburi. Mas isso fica para o próximo post: A estadia em Vitória.

E aí, gostaram da experiência Azul?

Um abraço!

João Vítor Balduino